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domingo, 26 /junho/2022

Rede Humaitá dá visibilidade ao lúpus

Dia dez de maio, é o dia mundial do lúpus, uma doença autoimune que não tem cura definitiva e de diagnóstico complexo.

O lúpus pode estar visível na pele, nas áreas que ficam expostas à luz solar (rosto, orelhas e colo), mas a doença também pode ser silenciosa, sistêmica e atacar os órgãos internos como rins, cérebro, pulmões e o coração. Quando não tratada pode causar a morte.

Por se tratar de um doença inflamatória autoimune e afetar múltiplos órgãos, o lúpus causa dores, inchaços, cansaço, febre, emagrecimento crônico, diminuição do número de células no sangre, alterações na pele e uma série de desconfortos físicos e psicológicos.

Embora o lúpus ocorra com maior frequência entre as mulheres, a doença pode acometer pessoas de ambos os sexos, principalmente entre 20 e 45 anos, sendo um pouco mais comum em pessoas mestiças e afrodescendentes.

Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, não há dados exatos sobre o total de brasileiros com lúpus, mas estima-se que 65 mil pessoas vivem com a doença no Brasil, e que uma mulher a cada mil e setecentas tem a doença.

O êxito do tratamento é fundamental para o bem estar e qualidade de vida do paciente já que, segundo levantamento da (BVS), o avanço da medicina nas últimas décadas, fez a expectativa de vida dos aumentar. Atualmente 80% das pessoas com lúpus permanecem vivas após 15 anos de doença.

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